sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A Insustentável Leveza do Ser

A cada livro que lemos aprendemos demais....Principalmente se o livro for um clássico.
Acabei de ler a Insustentável Leveza do Ser e descobri porque não vivo mais a vida leve.
É que às vezes a leveza é insustentável.
Dica: não leia o final no metrô ou em qualquer lugar público, pois vai dar vexame com o chororô!

sábado, 8 de dezembro de 2007

Busca


Assim como para a vida, ando buscando uma razão de ser para este blog...

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Faxinando...


Este blog está cheio de teias de aranha. Entrei agora para faxinar e mandar um recado:

"Chavez, por que não te callas?!"

Meu sonho agora é ter a oportunidade de falar isso pra alguém... Mesmo em portunhol.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Subúrbio é cult....


Trabalho no bairro de Riachuelo, bem próximo à UERJ. Fica entre a UERJ e o Méier. Atrás da editora eu e minha companheira de almoço descobrimos um refúgio. São ruas característicamente suburbanas com árvores e a Igreja de Santo Antônio. Meu preferido é Francisco de Assis, mas simpatizo com Sto. Antônio também.

A vida dá voltas....Pois depois de começar a trabalhar na editora em Riachuelo, descobri que nasci exatamente neste bairro. Existe uma maternidade chamada "Casa da Mãe Pobre"...Isso mesmo minha gente, nasci na casa da mãe pobre. É uma maternidade pública, com especialidade em gravidez de alto risco. Na época de meu nascimento, todos os amigos da minha mãe trabalhavam nesta maternidade. Era praticamente a equipe cirúrgica que formava a roda de amigos de mamy.... Por isso nasci em Riachuelo. Será que é um ciclo que se fecha? Muito estranho vir parar exatamente no lugar do meu nascimento...

Bom, pra mostrar um pouco do bairro, me apropriei de uma foto de um autor nosso: Ivo Korytowski, que é apaixonado pelo Rio e esteve por aqui a tirar fotos e a beber cerveja com carne assada no boteco. O Rio não é só Zona Sul, minha gente!

Acho que deveríamos andar mais com olhos de turista pela vida...

Cacos juntos...


Depois de palavras derramadas, os cacos se juntam
nada como o tempo pra deixar a tempestade passar.
Me diga, o que fazer diante de uma tempestade?
Ir pra um abrigo e se proteger.
Diante de um terremoto?
debaixo da mesa, ficar no portal para evitar desabamento...
Nesses casos, não há um botão ou remédio a tomar para fazer passar.
A nossa vida é a mesma coisa.
Pode se descabelar, pode querer morrer, pode até querer sofrer eternamente...
Mas passa...É só procurar um abrigo pra fazer as horas de espera um pouco mais agradáveis.
Com certeza passa!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Pensamentos e fragmentos de conversa...


Porque se não fossem as mulheres, relacionamentos acabariam e a natalidade se extinguiria. O mundo seria uma imensa praia cheia de gente da terceira idade morrendo de tédio.

Será que eu já cheguei na terceira idade?

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" E como é que está o nosso amigo?"

"É um ser inexistente, quando você dá a chance dele existir acaba fazendo merda!"
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Ilustrações Aqui!


segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Flerte....


Hoje estive na livraria. Toda vez que vou arrumo um flerte.
O de hoje se chama Fernando Pessoa...Ai ai.....tipão!
Minha nova ambição é o O Livro do Desassossego!
Acredito que ele fosse como eu, uma pessoinha simples com um turbilhão de coisas dentro.
Coisas estas que só derretem ao serem escritas. Fica lá dentro petrificada,
até sair em forma de palavras. Pena que eu não tenha tantas pedrinhas para sair como ele as tinha...Pretensão minha me parecer com o Pessoinha? Que nada.... O que nos une é a densidade das pedras que carregamos dentro da gente. Mesmo tendo poucas, minha densidade pode ser parecida, e daí?!
Pedras à parte, até as próximas derretidas.